Sorrisos, afeto e colo...

Resolvi alimentar um pouco mais a criança que vive em mim. Não levar tão a sério a rotina e, mesmo sem aquela ingenuidade dos meus cinco anos, gargalhar ao observar algumas caras escondidas entre lençóis, como em um esconde-esconde, numa bricadeira onde escondem rosto, coração, opções, decisões. Talvez por falta de coragem ou outro motivo que prefiro não estimar.
Valorizar mais o indivíduo que comigo vem brincar, do que as verdades (ou, na maioria das vezes, suposições de verdades) individuais que nao afetam o conviver. Levar o viver! Isso é fato. O que poderá afetar será somente o afeto...
E se tiver vontade de pedir colo? Não hesitarei: Que sejam explícitas as necessidades, obscuras as vaidades e evidentes os abraços de bem-querer. Até beijos, dependendo da vontade...

1 comentários:

Marcus disse...

Vai um cafuné aê?!
Beijo, Lelinha!

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